sexta-feira, 2 de julho de 2010

Fábrica de estrelas


O que eu pedi a estrela cadente
É segredo que guardo aqui dentro
Dentre as incertezas da idade, eu sei!
Que esse pedido menino
Vai brilhar em você menina...
Vai tornar-se realidade
Cá desse lado a lua, cansada de ser minguante
Quer ser cheia nem que seja por um instante
Então eu conversei com um homem
Que tem uma fábrica de estrelas
E perguntei: Por que não se pode tocar uma flor sem incomodar as estrelas?
Então o homem disse: "Olhos de amor, olhos de amor, ai esta o segredo de atuar, de vencer a dor, ai esta o segredo para brilhar!"
A noite estava sem sono então continuei, precisava aproveitar o momento, já que o dono da fábrica tinha um aura de mistério e seus olhos refletiam histórias que não se perdiam com o vento. Perguntei lhe como se formam as constelações, e o homem de olhar meigo disse: "As constelações são filhas das orações, ora são três, mas ainda são Marias. Digo mais, as constelações são uniões de estrelas afins, estrelas sempre brilham, sejam nos começos(Big ben, meu bem!!!) sejam nos fins".
Somos feitos do pó, do suspiro de um ser
Que em sua magia tento me refazer
Um dia na noite dos séculos
Descobrirei as respostas que procuro
Mas sou grato, a estrela que conheci me libertou do escuro
Hoje ela brilha distante, um brilho raro
E quando ela avistar o horizonte
Peço que seja feliz, mas não esqueça do ontem
E abrace o presente
Saibas que me ajudou a encontrar meu norte
O homem que fabrica estrelas
Tem um motivo para nossa sorte
Nem o pai das estrelas...
Nem eu estarei ausente
Porque o que se faz presente faz-se sentido.

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